“Eu sei que estou exagerando… mas não consigo evitar.”
Se você já disse ou pensou isso, sabe o quanto o ciúmes possessivo pode ser devastador, não só para o relacionamento, mas principalmente para quem sente.
Esse ciúme que ultrapassa os limites, que vira perseguição, desconfiança constante, dor física até, não é prova de amor. É um sintoma de algo mais profundo, uma ferida psíquica que tenta se proteger do abandono, da rejeição, da perda total do outro. E, ao fazer isso, acaba te afastando justamente de quem você quer manter por perto.
Aqui, você não será julgada(o), rotulada(o) ou resumida(o).
Este é um espaço para escutar sua dor com profundidade.

O que é o ciúmes possessivo?
O ciúmes possessivo vai além do desconforto pontual com situações de aproximação entre seu parceiro e outras pessoas. Ele toma o corpo, invade a rotina, paralisa a confiança.
É comum que a pessoa:
- Verifique mensagens, redes sociais, histórico de localização.
- Compare-se a cada pessoa que se aproxima do parceiro.
- Questione o tempo todo: “onde você estava?”, “com quem?”, “por que não respondeu?”
- Entre em ciclos repetitivos de brigas e reconciliações.
- Sinta-se mal consigo mesma após os episódios, mas não consiga evitar.
Essa forma de ciúmes afeta profundamente a saúde psíquica e relacional. Muitas vezes, está atrelada a traumas anteriores, inseguranças enraizadas, experiências de abandono não simbolizadas.

1. Insegurança no relacionamento: o abismo que não se fecha com promessas
O outro pode garantir que te ama, ser honesto, estar presente. Mas ainda assim, nada parece suficiente.
Você sente que algo falta, mesmo quando, racionalmente, tudo parece bem.
A insegurança no relacionamento é um dos pilares do ciúmes possessivo. E ela costuma vir acompanhada da pergunta:
“O que fazer quando me sinto assim?”
A resposta não está no controle do outro, mas no trabalho sobre si. É aí que a psicanálise começa.

2. Como lidar com ciúmes? A resposta começa com escuta
Você pode ter tentado conversar com amigas, buscado conselhos, lido textos com “dicas de como lidar com ciúmes”. Pode até ter funcionado por um tempo. Mas depois, o velho ciclo voltou.
Isso acontece porque o ciúmes possessivo não é uma questão racional no sentido comum da palavra.
Por trás dele há uma lógica discursiva que só pode ser trabalhada através da escuta. A psicanálise lacaniana, diferentemente de outras abordagens, não aplica técnicas comportamentais. Ela busca entender o que isso diz de você, da sua história, da sua posição subjetiva.

3. A diferença entre psicanálise e psicologia nesse contexto
É comum as pessoas perguntarem sobre a diferença entre psicanálise e psicologia, especialmente quando se trata de ciúmes excessivo ou sintomas emocionais.
- A psicologia, em suas abordagens cognitivas, pode oferecer estratégias para controle de pensamentos, exercícios de regulação emocional.
- Já a psicanálise lacaniana oferece um espaço onde o foco de trabalho está no efeito sujeito produzido pelo trabalho do psicanalista. Não se trata de eliminar o ciúmes, mas de entender quais significações podem ser extraídas e reconstruídas.
O ciúmes possessivo nasce quando o outro é percebido como ameaça constante, mesmo quando ele não faz nada além de existir.

4. Ciúmes patológico: tratamento possível com escuta ética
O ciúmes patológico muitas vezes é tratado como exagero, carência ou “drama”. Mas para quem sente, ele é real, invasivo, paralisante.
Na clínica, é comum escutar:
“Eu me arrependo logo depois. Mas na hora, parece mais forte do que eu.”
“Me sinto mal comigo mesma. Me sinto ridícula.”
“Já perdi relações por causa do meu ciúmes. Mas não consigo controlar.”
O tratamento do ciúmes patológico, dentro da abordagem lacaniana, não se dá por contenção, mas por elaboração.
Você não é seu ciúme. Ele fala por você porque talvez ainda não houve espaço para você falar por si.

5. Quando o ciúmes vira sofrimento: 6 sinais de alerta
- Você sente que o outro está sempre prestes a te deixar.
- Você se compara o tempo todo com outras pessoas.
- Você se sente culpada por ser ciumenta, mas não consegue mudar.
- Você imagina situações que não aconteceram e sofre com elas.
- Você tenta controlar o outro, mesmo sabendo que isso desgasta a relação.
- Você já pensou em terminar só para não sofrer mais, mas também tem medo de ficar sozinha.
Se esses sinais fazem parte do seu cotidiano, saiba:
Você não está sozinha(o). E você não precisa seguir nesse ciclo.

A clínica de Patrícia Albanez
Patrícia Albanez é psicanalista lacaniana, com atuação como psicanalista online para todo o Brasil. Seu trabalho é voltado para pessoas que enfrentam sofrimento psíquico intenso, muitas vezes sem nome.
Com linguagem clara e escuta ética, Patrícia atende casos de:
- Ciúmes possessivo e ciúmes patológico;
- Insegurança profunda nos relacionamentos;
- Repetições afetivas destrutivas;
- Relacionamentos instáveis e marcados por dor emocional;
Ela não entrega respostas prontas. Sua clínica apresenta perguntas que podem transformar sua maneira de lidar com essa situação.

Falar é o primeiro passo
“Será que tem algo errado comigo?”
“Por que sinto tanto medo de perder alguém?”
“Por que me torno alguém que eu não gosto quando estou em um relacionamento?”
Essas perguntas são legítimas. E a psicanálise é o lugar onde elas podem ser escutadas, sem julgamento, sem pressa, sem clichês.
Clique no botão de WhatsApp e agende sua primeira sessão com Patrícia Albanez.
Descubra como a escuta pode ser um espaço de alívio, mas também de transformação.
Atendimentos online para quem sofre com ciúmes possessivo, insegurança emocional ou repetição de vínculos dolorosos.
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