Relacionamento abusivo

9 sinais devastadores de um relacionamento abusivo e como a psicanálise lacaniana pode ser o caminho para sua reconstrução.

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Você sente que está em crise no relacionamento, mas não consegue nomear exatamente o porquê?

Essa sensação de confusão, de andar em círculos, de se culpar constantemente por algo que você mal compreende, pode ser o primeiro indício de que você está vivendo um relacionamento abusivo. 

E o mais perigoso nisso tudo: ele não precisa deixar marcas visíveis para ser real. O abuso emocional, silencioso e corrosivo, é justamente aquele que mais desafia nossa capacidade de nomear e, portanto, de reagir.

Aqui, vamos explorar como a abordagem lacaniana da psicanálise pode oferecer um caminho potente para quem vive aprisionado em dinâmicas afetivas destrutivas. Sem prometer respostas prontas, mas construindo em direção ao movimento.

O que é um relacionamento abusivo?

Um relacionamento abusivo é aquele em que há desequilíbrio de poder, manipulação emocional e constante diminuição subjetiva de um dos parceiros. Ele pode se manifestar em diferentes formatos: mentiras no relacionamento, vigilância excessiva, pressão psicológica no relacionamento, chantagens, culpa, isolamento e tentativas sistemáticas de controle.

Diferente da briga ocasional que existe mesmo nos vínculos mais saudáveis, aqui há um padrão repetitivo de violência emocional que visa silenciar, diminuir e confundir.

É comum, por exemplo, que o parceiro abusivo utilize estratégias narcisistas para se colocar como vítima, invertendo a lógica dos fatos e deixando o outro sempre em posição de dívida ou culpa.

Relacionamento com narcisista: o abuso difícil de enxergar

Um relacionamento com narcisista costuma seguir um ciclo: idealização, desvalorização e descarte. No início, tudo parece perfeito. Há uma supervalorização do vínculo, promessas de futuro, romantismo excessivo. Mas, aos poucos, surgem as críticas, o controle, a manipulação. O outro é constantemente diminuído.

Tanto o homem narcisista no relacionamento quanto a mulher narcisista podem exercer formas muito sutis de dominação, sempre se colocando no centro da relação e usando o parceiro como extensão do próprio ego. São frequentes as acusações sem fundamento, as explosões emocionais seguidas de pedidos de desculpas e o ghosting no relacionamento como forma de punição.

Tudo isso gera uma sensação de desconfiança no relacionamento, de não saber mais o que é real, o que se sente, o que se quer. É a violência emocional que não grita, mas corrói por dentro.

“Marido controlador”, “namorado controlador”: quando o zelo vira opressão

Ninguém começa um relacionamento esperando ser controlado. Mas com o tempo, as concessões cotidianas, os limites ultrapassados e as “brincadeiras” de mau gosto se tornam rotina. Muitas pessoas se veem presas a um marido (ou esposa) controlador, que quer saber onde ela está, com quem fala, como se veste e tudo isso mascarado de “ciúmes de quem ama”.

Outras vezes, é o namorado controlador, que se irrita com qualquer gesto de autonomia. A cada passo dado fora da relação, vem a cobrança: “você mudou”, “você não me ama mais”, “isso não é coisa de mulher que se respeita”.

E quando o abusador se coloca como único ponto de referência para o outro, sufocando suas escolhas, desejos e espaços, estamos falando de manipulação emocional.

Sinais de relacionamento abusivo: como reconhecer?

Identificar que se está num relacionamento abusivo pode levar anos. Isso porque as violências mais profundas não aparecem de uma vez. Elas se infiltram.

Veja 9 sinais de relacionamento abusivo que podem estar presentes na sua relação:

  • Você sente culpa constante, mesmo sem saber exatamente por quê;
  • Suas decisões são constantemente invalidadas ou ridicularizadas;
  • Você sente medo de expressar o que pensa ou sente;
  • Seu parceiro monitora suas redes sociais, amizades ou vida profissional;
  • Há promessas de mudança que nunca se concretizam;
  • Você se sente confusa(o) no relacionamento, sem saber mais o que quer;
  • Existe pressão psicológica para que você mude quem é;
  • violência verbal, gritos ou agressões silenciosas (como ignorar, punir com silêncio);
  • Você já se perguntou várias vezes como sair de um relacionamento “tóxico”, mas se sente incapaz de agir.

Se você se identificou com parte dessa lista, é hora de olhar para isso com mais atenção. O abuso emocional pode ser mais difícil de reconhecer justamente porque ele sabota a autoestima de forma sutil, contínua e devastadora.

Como sair de um relacionamento abusivo?

Primeiro: não existe fórmula mágica. Terminar um vínculo abusivo não é como apertar um botão. Existe afeto envolvido, histórico compartilhado, e muitas vezes dependência emocional.

Mas há um ponto comum entre os relatos: só é possível sair de um relacionamento abusivo quando se consegue em primeiro lugar nomear sua existência.

E é aí que entra a potência da psicanálise lacaniana. Em vez de oferecer conselhos prontos ou frases motivacionais, ela convida o sujeito a pensar sobre si, sobre sua posição em relação ao outro e sobre o enigma que constitui o amor.

Diferença entre psicanálise e psicologia: por que escolher a análise?

Ao contrário da psicologia tradicional, que muitas vezes trabalha com protocolos ou diagnósticos voltados à “cura” de sintomas, a psicanálise lacaniana entende o sofrimento como efeito de estruturas de discurso adoecidas, de palavras que faltam ou sobram, de sentidos que se perderam.

Ela não busca ajustar ninguém ao mundo, mas sim abrir espaço para que se reconstrua um lugar para habitar nele. Na abordagem lacaniana, não se trata de eliminar o sofrimento, mas de escutar a mensagem cifrada do sintoma, porque ali onde há dor, há também verdade.

Enquanto a psicologia pode indicar caminhos pré determinados, a análise dá suporte à angústia para que caminhos que ainda não existem possam ser construídos especialmente para você.

Relacionamento abusivo

Terapia para fim de relacionamento: um espaço para elaborar, não apagar

Os fins de relacionamentos, mesmo os mais dolorosos, não precisam ser tratados como fracassos. Eles podem ser lidos como pontos de virada. Mas, para isso, é preciso elaborar.

A terapia para fim de relacionamento oferecida por Patrícia Albanez não vai te dizer “siga em frente” ou “você merece mais”. Vai perguntar: o que isso diz de você? O que se repete nas suas escolhas? O que você pode dizer sobre essa experiência?

Essa é a diferença entre apagar a dor e trabalhar com ela.

Como terminar um relacionamento (inclusive com uma pessoa tóxica)?

Se você está se perguntando como terminar um relacionamento que já não te faz bem, saiba: o processo não é linear. Especialmente se o vínculo envolve uma pessoa tóxica no relacionamento, que alterna entre promessas de mudança e novas investidas de manipulação.

Não há garantias de que o outro vá facilitar sua saída. Por isso, é essencial ter um espaço onde sua palavra possa ser dita sem julgamento e sem medo. A análise é esse lugar: não para que você siga um plano de ação, mas para que compreenda o que te mantém nesse lugar.

É possível sair. Mas antes é preciso entender o que te prende.

Bora construir algo diferente?

Se você se identificou com o que leu até aqui, talvez já tenha começado um movimento importante: o de questionar. E questionar, na psicanálise, é sempre o primeiro passo para qualquer transformação.

Patrícia Albanez é psicanalista lacaniana com escuta ética e afinada, comprometida não com soluções rápidas, mas com a construção de uma análise profunda, fundamentada e acolhedora. Seu trabalho não se resume a apagar o sofrimento, mas a dar novo sentido a ela, com responsabilidade, sem fórmulas, e com respeito ao seu tempo.

Você não precisa estar “pronta(o)” para começar. Só precisa estar disposta a sustentar a pergunta.

Agende sua primeira escuta. O resto a gente constrói juntas(os). Clique no botão de WhatsApp!

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Não importa se você não sabe o que dizer. Nem se nunca fez análise antes. A escuta da Patrícia começa exatamente daí: de onde você está agora. Você não precisa estar pronto. Só precisa desejar começar.

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