Psicanalista lacaniana: uma escuta sem julgamento, um encontro sem pressa
Pode parecer contraditório, mas a maior parte das pessoas não sabe o que sente. E menos ainda o que fazer com o que sente. Em tempos de positividade tóxica, excesso de autoajuda e promessas de felicidade expressa, encontrar uma escuta honesta se tornou um ato de resistência.
Patrícia Albanez é psicanalista lacaniana e sustenta justamente esse espaço: um lugar onde a dor é ouvida, não como defeito a ser corrigido, mas um espaço de fala para quem cansou de tentar se encaixar, de seguir regras, de performar bem-estar.
Neste texto, você vai conhecer mais sobre quem é Patrícia, como ela atua e por que sua escuta tem transformado a relação de tantas pessoas com suas questões. Se você chegou aqui buscando algo mais profundo do que orientações genéricas ou clichês motivacionais, seja bem-vinde.

1. A análise começa com um incômodo
Patrícia costuma dizer que a análise começa muito antes da primeira sessão. Começa quando algo em você insiste. Uma repetição, um sofrimento, uma sensação de vazio ou de estar sempre no mesmo lugar.
A escuta da psicanalista lacaniana é feita para quem já tentou entender racionalmente o que sente, mas não conseguiu sair do lugar. Para quem quer se escutar de um modo diferente. Não para ter respostas prontas, mas para sustentar perguntas.
2. A escuta sem pressa é um gesto raro e valioso
Num mundo que nos exige produtividade, velocidade e soluções rápidas, a proposta de psicanálise lacaniana é uma interrupção corajosa.
Patrícia oferece uma escuta que não corrige, não conduz, não julga. Uma escuta que aposta no registro simbólico e na potência da linguagem.
Se você nunca teve espaço para dizer o que sente sem ser corrigido, pode encontrar na análise um lugar seguro e singular.

3. A diferença entre psicanálise e psicologia muda tudo
A psicanálise lacaniana, baseada na teoria de Jacques Lacan, não busca adaptar ninguém à norma, mas sustentar o que escapa, se repete ou sofre. Na clínica, isso se traduz em uma escuta que respeita sua fala mesmo quando ela ainda é confusa, contraditória ou incompleta.
A diferença entre psicanálise e psicologia está justamente aí: a psicologia muitas vezes tenta ajustar o comportamento; a psicanálise escuta o desejo. Ela não quer te consertar. Quer te acompanhar no processo de construção conjunta.
Patrícia atende com base nessa ética. Ela não oferece “dicas de comportamento” nem “tarefas para casa”. Em vez disso, oferece um espaço onde a sua fala tem valor mesmo antes de fazer sentido.
4. Patrícia é psicanalista online e leva a escuta onde você estiver
A escuta ética não precisa estar presa a um endereço físico. Patrícia atende como psicanalista online, mantendo o rigor técnico e a escuta investigativa que caracterizam sua prática.
Para quem mora fora de grandes centros urbanos ou tem uma rotina intensa, o atendimento remoto é uma possibilidade real de começar um processo de escuta profunda e transformadora.

5. A psicanalista lacaniana Patrícia Albanez atua com escuta fundamentada
Sua prática está fundamentada no estudo constante da obra de Freud e Lacan, com participação ativa em grupos de formação, supervisão clínica e pesquisa.
Sua escuta acolhe adultos, especialmente pessoas entre 25 e 44 anos, com atravessamentos como relações conflituosas, angústia, vazio existencial, repetições inconscientes e impasses subjetivos.
6. Lacan é referência para quem não quer respostas fáceis
A obra de Jacques Lacan traz para a psicanálise a ideia de que o inconsciente é estruturado como linguagem. Isso significa que não somos senhores do que sentimos, e que há algo em nós que escapa ao controle.
Para Patrícia, seguir essa abordagem lacaniana é escutar cada pessoa como única. Sem receitas, sem idealizações, sem a promessa de uma “versão melhor de si”. A escuta é sobre a implicação com o que se diz.

7. O que você sente tem valor. E merece ser escutado.
Muitas pessoas passam a vida acreditando que não têm direito ao que sentem. Que não sofrem “o suficiente” para fazer análise. Que precisam estar em colapso para buscar ajuda.
A escuta da psicanalista lacaniana Patrícia Albanez é para quem sente que algo não vai bem, mesmo que não saiba nomear. Para quem quer sair do lugar da repetição. Para quem tem coragem de dizer: eu não aguento mais.
8. Escutar a si mesmo é um ato de coragem
Analisar-se é para quem cansou de se adaptar. Para quem não quer mais se calar, fingir, correr ou se distrair. Para quem está disposto a sustentar um percurso de escuta profunda.
Patrícia Albanez não vai te prometer alívio rápido. Vai te oferecer um espaço onde você pode, com tempo e coragem, construir uma outra relação com sua dor. Uma relação menos solitária, mais consciente, mais potente.

Bora construir algo diferente?
Se você sentiu que algo aqui falou contigo, talvez seja hora de marcar sua primeira sessão. Patrícia está pronta para te escutar. Sua escuta está disponível para quem tem desejo de atravessar o que machuca.
A dor não precisa ser o fim. Ela pode ser o início de um processo verdadeiro de transformação. E Patrícia Albanez pode caminhar com você nesse percurso.
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